PC Switch Reviews Atuais Estamos jogando Nintendo Switch – LumenTale: Memories of Trey Por Jonathan Araújo Postado em 58 minutos atrás 15 min de leitura “Capture, treine, batalhe e evolua junto aos Animon nesta aventura na terra de Talea!” LumenTale: Memories of Trey é um RPG indie de captura de monstros desenvolvido pela Beehive Studios e publicado pela Team17. Inspirado nos clássicos jogos portáteis do gênero, o título aposta na nostalgia, mas tenta construir sua própria identidade através do mundo de Talea e seus misteriosos Animon. Antes de conhecer um pouco deste mundo, confira o trailer de LumenTale: Memories of Trey: O mundo de Talea LumenTale nos apresenta a região de Talea. Um mundo onde criaturas misteriosas e de origem desconhecida, chamadas Animon, coexistem com a humanidade. No entanto, como sempre, a ganância humana quebrou este elo através de vários conflitos, derrubando o império antes construído e separando o povo de Talea entre o norte e o sul. Agora os dois lados se odeiam e buscam objetivos opostos. Conheça a seguir as facções de Logos e Mythos. Logos e Mythos Com a ruptura do império, o povo de Talea se dividiu entre Logos (ao norte, focado em progresso) e Mythos (ao sul, focado em tradição). Logos é um lugar famoso por entregar ao mundo cientistas renomados e, dizem, que a tecnologia que há em sua capital, Speranova, supera e muito as possibilidades tecnológicas atuais. Já os habitantes de Mythos prezam pela tradição e espiritualismo, dedicando suas vidas à natureza e aos laços com os Animon. Os Lumen Em LumenTale a responsabilidade de manter a ordem e restringir o avanço descontrolado de Animon recai sobre os Lumen. Além de admirados, os Lumen atuam como guardiões das cidades. Cada Lumen integra uma equipe e é responsável por uma região. Mas entender Talea vai muito além de conhecer suas facções. Os verdadeiros protagonistas dessa aventura são os Animon. Animon Os Animon são criaturas que habitam Talea, seres misteriosos que coexistem com a humanidade há séculos e servem como centro de toda a experiência de LumenTale. O jogo divide os Animon entre tipos e traços, que são como temperamentos. Os tipos determinam fraquezas e resistências, enquanto os traços determinam efeitos que são acrescentados aos seus ataques. E é aí que está o pulo do gato: você deve utilizar os traços no momento certo para adicionar estes efeitos e virar o jogo contra seu adversário. Estes traços se baseiam em alegria, tristeza, raiva, medo e tranquilidade, aqui chamados de Felicis, Mestus, Furor, Horrens e Sereum. Batalhas LumenTale traz um sistema de batalhas diferente, numa proposta de 4×4, mas também possibilitando um x1 quando necessário. Você pode montar seu time com até seis Animon, mas apenas quatro participam diretamente das batalhas. Sempre que um deles for derrotado em batalha, você poderá trocar pelos dois restantes. Cada ataque tem um custo. Esta pontuação é chamada de SP e administrar bem este recurso faz toda a diferença durante as batalhas. Caso execute bem seus ataques, poderá preencher os requisitos e ganhar um ataque extra sem custo algum, que pode ser realizado por qualquer um dos Animon. E como todo bom RPG de captura de monstros, explorar o mundo também faz parte da experiência. Descubra você mesmo outras surpresas! Holoken e Bilias Para interagir com este mundo fantástico, os Lumen contam com um equipamento chamado Holoken. Esta tecnologia é capaz de muitas coisas, mas entre elas abordaremos o uso das Bilias. Estas são os itens necessários para a captura dos Animon, afinal, LumenTale é um jogo de captura e treinamento de criaturas. Existem diversos tipos de Bilias, cada uma com uma habilidade diferente, mas todas permitirão que você capture e armazene os Animon. Após a captura, o Holoken envia os Animon ao Aniespaço, que é uma espécie de box. O Holoken pode, ainda, ser infundido com a energia dos 13 tipos de Animon e ganhar habilidades únicas para uso fora das batalhas. Claro que, com tantas inspirações visíveis, as comparações com outros jogos do gênero são inevitáveis. Semelhanças Eu não poderia deixar de citar que há semelhanças deste game com famosas franquias de monstrinhos digitais e de bolso. Mas mesmo com tantas inspirações em outros jogos do gênero, LumenTale consegue encontrar espaço para construir uma identidade própria através de suas mecânicas e do universo de Talea. Gráficos e trilha sonora LumenTale não possui gráficos extremamente elevados e uma trilha sonora muito marcante. Ainda assim, muitas vezes me peguei pensando na trilha de batalha depois de encerrar a jogatina. A trilha sonora não é cansativa, com exceção de alguns efeitos que podem soar repetitivos, como é o caso do Holoken do tipo Alma, e pode grudar na mente, chamando o jogador a experimentar só mais um pouquinho do mundo de Talea. Visualmente, LumenTale aposta em um estilo pixel art 2.5D, o que lembra alguns jogos de Nintendo 3DS com uma definição melhorada. Considerações LumenTale é um jogo que me cativou muito, mas todo início possui dificuldades. Algumas delas impactaram a experiência de maneiras diferentes durante minha gameplay. O jogo teve um encerramento inesperado por algumas vezes durante a gameplay. Não percebi nenhum gatilho, ele apenas fechava. Graças ao autosave não perdi momentos importantes. O game não é muito claro sobre muitas mecânicas e acontecimentos. Por exemplo, ao ativar algumas habilidades em batalha, não há um descritivo sobre o que aquela habilidade faz. Ela simplesmente ativa e você vê o resultado. Algumas batalhas do jogo não são explicadas, elas acontecem na história e não parecem ter algum motivo específico. Fiquei muito chateado em não poder utilizar poções de cura durante as batalhas. Para curar os PV de seu Animon em batalha é necessário que faça uso do modo de craft e se torne um cozinheiro habilidoso (ou nem tanto). Em alguns menus, ao selecionar “Sim” e habilitar um segundo menu de escolhas, não é possível voltar atrás. Aliás, o botão B não volta atrás em menu algum. Por exemplo, caso ative um equipamento e escolha “Sim” para utilizá-lo, você é obrigado a escolher o que vier nas próximas opções, não podendo desistir de sua escolha. Há uma queda de frames quando há muitos elementos na tela, principalmente ao andar em campos abertos. Esta queda ocorreu tanto no modo portátil, quanto no modo dock do Switch. Apesar disso, creio que estes pontos serão abordados em próximas atualizações, com melhora significativa para a experiência do jogador. Mesmo com tudo isso o jogo vale a pena? Vale a pena? Mesmo com alguns problemas técnicos e decisões questionáveis de interface, o jogo entrega uma experiência extremamente carismática para fãs de RPGs de captura de monstros. Se não ficou claro durante esta review, reforço aqui: LumenTale vale não só a pena, mas a galinha inteira! Ele, como dito anteriormente, faz o básico bem feito e traz a nostalgia dos monstrinhos de volta à memória! É um jogo muito rico em informações e mecânicas e, com certeza, conquistará um espacinho no coração dos amantes do gênero. E aproveite, pois LumenTale: Memories of Trey estará disponível em português para Nintendo Switch e Windows, via Steam, no dia 26 de maio, mas já conta com Demo liberada! E aí, acha que LumenTale merece mais uma matéria aqui no site? Já compartilhe com aquele seu amigo amante do gênero que, há muito tempo, deixou seus monstrinhos para trás! Nintendo Switch – R$67,99 Steam – Preço a ser revelado Inscreva-se no nosso canal do Youtube e da Twitch! Conheça também o nosso podcast: Playzuandocast, o podcast da zueira e dos games! Disponível no iTunes, Deezer, Google Podcasts, além do Amazon Music e Spotify! 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