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Estamos Jogando Steam Deck – Akatori Demo

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Akatori

O título impressiona — mas não do jeito que deveria

Akatori é um metroidvania onde você empunha seu cajado para lutar, pular e explorar reinos diversos por diferentes eras. Explore mundos de várias eras, enfrente inimigos poderosos e ajude Mako a deter as Tempestades Âmbar que envenenam tudo que vive.

Ainda sem data de estreia dentro da janela de 2026, o jogo é produzido pelo estúdio Contrast Games.

Confira o trailer abaixo

ENREDO

Em um vasto e místico mundo de Akatori, uma mistura cativante de metroidvania clássico e plataforma de ação intensa. Você jogará como Mako, uma adolescente criada no Templo do Pássaro de Fogo, que embarca em uma jornada por todos os mundos para salvá-los das Tempestades de Âmbar que estão infectando e distorcendo todos os seres vivos.

Um pássaro vermelho misterioso, selado em um bastão, acompanhará você nesta aventura. Embora sua origem e motivos sejam ainda desconhecidos, o bastão em que ele se transforma pode ser útil: ele pode ser uma arma para esmagar inimigos ou uma ferramenta para navegar e explorar cada canto dos lugares que você visitará.

VALE A PENA?

Neste momento, não! Logo nos primeiros minutos da demo de Akatori, fica claro que o problema não está na falta de ideias ou ambição, e sim no básico. O jogo simplesmente não responde como deveria.

Em um metroidvania de ação, a precisão é tudo. Cada salto precisa ser exato, cada golpe deve ter peso e cada esquiva precisa acontecer no momento certo. Esse tipo de jogo depende de uma confiança total nos controles — e é justamente isso que falta aqui.

O combate não tem impacto. Você acerta os inimigos, mas não sente o golpe. Falta peso, falta resposta, falta feedback. Em alguns momentos, o comando parece atrasado; em outros, parece nem ter sido reconhecido. Isso quebra completamente a sensação de controle.

E o problema não para por aí.

A movimentação perde fluidez, e o platforming — que deveria ser preciso — vira tentativa e erro. Em várias situações, a falha não parece ser culpa do jogador. E quando isso acontece, a frustração vem rápido.

O resultado é claro: o jogo parece estar sempre “quase” funcionando. E esse “quase” incomoda — principalmente porque o resto é muito bom.

Visualmente, Akatori chama atenção com facilidade. A pixel art é rica, detalhada e cheia de personalidade. O mundo tem identidade, e a proposta mistura exploração clássa com mecânicas interessantes de mobilidade.

Existe um bom jogo ali. Mas ele ainda não aparece por completo.

Porque, no fim, não importa o quão bonito tudo seja: se jogar não for prazeroso, nada sustenta a experiência.

Akatori tem potencial — mas, por enquanto, potencial é tudo o que ele tem.

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